Candidato do União Brasil afaga os que podem ficar de fora da chapa e diz que não saberão pelo rádio
Fernanda Chagas
Em meio a todas especulações e pressões que vem sofrendo dos aliados em relação as poucas vagas que possui na chapa majoritária, o pré-candidato ao governo, ACM Neto (União Brasil), deixou claro se tratar apenas de uma primeira etapa. “Não é apenas a chapa que está senso discutida, mas todo o futuro de uma gestão, vamos ter que ficar ao lado dos mais competentes, essa é apenas uma etapa”, afagou os ânimos.
Contudo, assegurou que os que forem ficar de fora não
saberão pelo rádio, em claro recado ao grupo adversário, conforme fizeram com o
hoje aliado, vice governador e pré-candidato ao Senado, João Leão.
Neto, inclusive, faz referência direta ao ex-prefeito de Feira de
Santana, Zé Ronaldo (União Brasil), que deixa claro que só concorrerá a uma
vaga ao Senado ou a vice e teria sido sondado pelo PT. “Zé Ronaldo é meu amigo, temos uma relação de total
confiança política e pessoal. Da mesma forma que não duvido que ele reúne todas
asa condições para ocupar um lugar na minha chapa, mas como tenho dito depende
de conversas e não de desejo pessoal, predileção, mas de um conjunto de fatores.
Mas, é importante ter paciência, pois essa decisão será tomada da forma mais
correta possível, onde todos partidos serão ouvidos”, declarou.
Sobre o PDT, teve o mesmo posicionamento. “Vários aliados
tem expressado o desejo de participar da chapa e trato isso com muita seriedade. Pode ser
que em algum momento a gente tenha que dizer não. Mas, certamente essa liderança
não será informada pelo rádio, afinal não seguimos essa lógica, esse não é
o respeito que a nossa política exige, mas não teremos momentos para mágoas, teremos
uma campanha leve, com pé na estrada. Muitos nomes foram especulados e peço
calma, paciência que será tudo no tempo certo. Mesmo no meu partido eu construo
e debato e no PP vejo da mesma maneira, mas não mando em nenhum partido e vou
procurar construir o caminho para que possamos edificar ao longo desses
quatro anos”. concluiu.
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